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Gestão de estoque hospitalar: como deve ser feito? Veja aqui as melhores práticas!

Gestão de estoque hospitalar: como deve ser feito? Veja aqui as melhores práticas!
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Categorias: material hospitalar

Qualquer empresa ou instituição que lida com produtos precisa de uma boa gestão de estoque. Em hospitais, por exemplo, onde o fluxo de atendimento aos pacientes costuma ser grande, não é diferente. 

Talvez seja ainda mais importante, visto que se lida com a saúde e a vida de pessoas. Na ausência de um produto no estoque, como realizar um atendimento adequado? 

É para evitar esse problema que a Ultrafar preparou este conteúdo. Vamos mostrar como fazer uma gestão de estoque hospitalar eficiente. Vamos lá?

 

O que é uma gestão de estoque?

Gestão de estoque é basicamente o controle geral do setor que compra, armazena e distribui produtos. Por meio do controle rigoroso do setor, é possível acompanhar de perto o fluxo de materiais, impedindo possíveis faltas de insumos. 

Uma gestão de estoque hospitalar precisa levar em conta a eficiência no processo. Prever gastos, analisar a entrada e saída de materiais e aos poucos otimizar o sistema. 

Dessa forma, evita-se o rompimento e a abundância de estoque, causando prejuízos financeiros e comprometendo a assistência clínica de qualidade.

 

Como fazer uma gestão de estoque hospitalar?

Tanto hospitais públicos quanto privados devem priorizar esse setor. O principal objetivo você já sabe: prestar um atendimento de qualidade, dentro dos padrões da Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Para fazer uma boa gestão de estoque, nada mais importante do que levantar questões gerais que possibilitem um equilíbrio no setor. Para explicar melhor, dividimos essas questões por tópicos, que você verá a seguir.

 

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1. Faça inventários periodicamente

Um dos erros mais comuns nesse setor é fazer o levantamento com um longo intervalo de tempo. Isso porque, dependendo do tipo de produto, ele pode ter um fluxo maior em relação a outros. O riscos são:

  • Falta de itens essenciais para a rotina hospitalar;

  • Abastecimento tardio (comprometendo o atendimento aos pacientes);

  • Compra emergencial, com produtos com qualidade inferior; 

  • Perda na qualidade do atendimento, entre outros.

Já para casos de produtos ociosos, aqueles que demoram para ser usados, os riscos são igualmente prejudiciais:

  • Produtos desatualizados;

  • Perda do prazo de validade e consequentemente perda dos produtos;

Para evitar problemas como esses, faça inventários periódicos. A contagem periódica dos itens permite ajustes no estoque ao longo dos meses e diminui as inconsistências que se acumulam até o final do ano e dificultam o balanço financeiro geral.

Organização

Uma boa dica é usar o método ABC, que categoriza os produtos de acordo com a importância econômica do item. Exemplo: 

 

  • Produtos A: medicamentos e materiais que apresentam alto impacto econômico por serem de custo elevado;

  • Produtos B: aqueles considerados intermediários;

  • Produtos C: influenciam pouco no montante econômico final, pois representam um montante financeiro baixo.

 

Essa classificação é feita mediante consumo mensal e valor unitário dos insumos.

Assim, é recomendado o inventário rotativo, no mínimo mensalmente, para itens da curva A. 

Para itens da categoria B, bimestralmente; e para a categoria C, semestralmente. Considere o perfil de consumo específico do hospital. 

Dessa forma, você tem um mapa que permite identificar o que é prioridade e o que deve entrar no próximo abastecimento. 

 

2. Avalie o consumo dos itens

É preciso ter habilidades gerenciais para avaliar o consumo de determinados produtos. 

Durante a sazonalidade, que diz respeito à temporadas de determinados tipos de doença, é preciso atenção redobrada. Dependendo dos períodos de maior incidência de uma doença, mais atenção deve ser dada ao medicamento usado, para que não falte no tratamento. 

As mudanças climáticas aumentarão o consumo de alguns itens e diminuirão a demanda por outros. Com base nesse dado clínico, a gestão de estoque deve prever a necessidade de abastecimento prévio. 

 

3. Faça a armazenagem correta dos itens

Alguns tipos de medicamentos precisam de ambientes climatizados para que seja garantida a sua qualidade. São os chamados medicamentos termolábeis. 

Eles devem ser armazenados necessariamente em refrigeradores, com registro diário de temperatura entre 2 ºC e 8 ºC. lembre-se que é proibido o armazenamento em isopores, ainda que por um período curto.

Caso não seja feita a armazenagem correta, o resultado pode ser a perda parcial ou total dos medicamentos. Da mesma forma, é preciso dar atenção aos outros tipos de produtos, como IPI’s, agulhas, seringas, etc. 

 

4. Programe a entrega dos produtos

Caso o estoque esteja separada em prédio próprio e atenda a mais de uma unidade, é preciso ter atenção com à entrega dos produtos. Principalmente se a unidades estiverem em bairros distantes. Um acompanhamento presencial em cada uma pode ser necessário. 

 

5. Tenha um software de gestão eficiente

Tudo pode ser facilitado com um bom software de gestão. Caso seja inviável um acompanhamento presencial dos estoques, um programa interligado de computador pode ser o método ideal de prever uma nova distribuição de produtos.

Por meio dele também é possível avaliar o consumo dos itens hospitalares e prever a necessidade de compra e reposição de estoque. 

Agora que você já viu dicas importantes sobre uma gestão de estoque eficiente, não deixe de seguir as nossas sugestões. No nosso blog você acompanha outros assuntos importantes. Leia também: Uso de luvas e outros EPI’s obrigatórios na área da saúde

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