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Saiba a importância de ficar em casa para prevenir o coronavírus. Confira os mitos e verdades sobre a medida de isolamento.

Saiba a importância de ficar em casa para prevenir o coronavírus. Confira os mitos e verdades sobre a medida de isolamento.
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Categorias: bem-estar

Ficar em casa é apenas uma das recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar o coronavírus. Mas o que se observa em muitas cidades são atitudes nada preventivas, como aglomerações e contatos sociais.

Essas atitudes colocam em risco a saúde e a vida das pessoas, uma vez que a Covid-19 também pode levar à morte. 

Saiba por que o isolamento social deve ser respeitado por todos. Acompanhe!

Novo coronavírus: um vírus de alto contágio

O novo coronavírus, Sars-cov-2, é um vírus que pode ser transmitido de pessoa para pessoa. O contato direto com alguém contaminado, por mínimo que seja, é suficiente para provocar a infecção. 

Isso porque o vírus pode ser levado pelo ar, por meio de espirro ou tosse de uma pessoa contaminada. É por isso que o distanciamento mínimo de 2 metros é importante para evitar esse tipo de transmissão.  

O vírus também pode ser transmitido pelo contato físico, um aperto de mão, abraço e beijo. Ou por meio de objetos contaminados com o novo coronavírus, como maçanetas, bancadas e objetos pessoais.

Falaremos melhor sobre esse assunto mais adiante. 

Covid-19: doença provocada pelo novo coronavírus

O novo coronavírus (sars-cov-2) é que causa a doença Covid-19, que vem provocando muitas mortes em todo o mundo. Os sintomas, muitas vezes, podem se confundir com um resfriado ou uma gripe comum. 

O principal indicativo de gravidade é quando a pessoa enfrenta dificuldades para respirar. Nesse caso, é indicado procurar uma unidade de saúde. 

Em casos leves, é fundamental permanecer em casa, seguir as dicas de higienização, uso de máscaras e não ter contato com os familiares. 

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Por que é fundamental ficar em casa?

Se você ainda não está convencido de que essa é a melhor maneira de prevenir o coronavírus, continue a leitura e veja os argumentos. 

1. Um simples tosse leva a carga viral

O novo coronavírus tem a particularidade de ser um patógeno de alta transmissibilidade. Ele se replica no trato respiratório inferior e superior, que inclui as cavidades nasais e oral. 

Na região do nariz e boca, assim como no vírus do resfriado, qualquer tossezinha ou espirro já possui uma grande chance de transmissão. Ele pode ser transmitido em qualquer ambiente: na rua, em casa, no hospital.  

2. No Brasil, um quarto dos mortos pelo coronavírus está fora do grupo de risco

Embora a maior parte das mortes sejam em pessoas do grupo de risco, o jornal O Globo apurou um dado importante. De 27 de março para o dia 11 de abril, houve um aumento de 11% a 25% de morte em pessoas sem qualquer doença pré-existente. 

Portanto, aquela desculpa de que, por não pertencer ao grupo de risco, as saídas não representam perigo, é um completo equívoco. Ou seja, a tese de isolamento vertical, no qual apenas os integrantes do grupo ficam confinados não faz sentido.

Sem falar que, considerando o padrão de muitas famílias brasileiras, é provável que exista pelo menos uma pessoa do grupo de risco em casa. E quem estiver saindo, pode trazer o vírus até essa pessoa. 

3. Não lotar os hospitais

Se o confinamento for relaxado, mais pessoas vão precisar de hospital ao mesmo tempo. Seja por eventuais sinistros no trânsito, seja por outras doenças adquiridas fora de casa.  

Uma das ideias dos médicos é que as pessoas só peguem o vírus ao longo de um período maior, entre 6 e 12 meses. Não que todo mundo seja infectado entre um e dois meses, pois faltará assistência e mais pessoas morrerão. 

Isso, infelizmente já vem ocorrendo em muitas cidades brasileiras, pois o número de doentes já ultrapassa a capacidade de atendimento. 

4. Covid-19 deixa pacientes por maior tempo internado 

Normalmente, um paciente permanece em ventilação mecânica de 5 a 7 dias. Com covid-19, a média tem sido maior. Um paciente pode permanecer em ventilação mecânica até 11, 12, 14 dias. Isso provoca uma lentidão no fluxo de atendimento.

E como o vírus é altamente contagioso, a cada dia mais pessoas tendem a procurar atendimento nas unidades de saúde. Como já dissemos, em algum momento, os hospitais não terão mais como suportar a quantidade de pacientes. 

5. Não existe remédio milagroso

Embora a cloroquina tenha sido tratada por algumas pessoas como uma esperança, não há medicamento 100% seguro capaz de curar a covid-19. Há pesquisas em curso, mas nenhuma cumpriu requisitos técnicos para garantir o uso amplo e seguro. O principal risco é de danos cardíacos. 

Dessa forma, ainda é preciso aguardar os resultados dos estudos que estão sendo feitos em alguns países. Por enquanto, não há previsão de vacinas e medicamentos capazes de evitar mais mortes. 

Gostou deste conteúdo? Agora que você já sabe a importância de ficar em casa durante a pandemia, não deixe de seguir todas as recomendações de prevenção das autoridades de saúde. Siga o nosso Instagram clicando aqui e fique por dentro das nossas atualizações. 

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