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Saiba quais os tipos de seringa para cada procedimento

Saiba quais os tipos de seringa para cada procedimento
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Categorias: Enxoval hospitalar

Saber os tipos de seringa dentro de um ambiente hospitalar é fundamental para que alguns procedimentos que dependem desse aparelho possam ser feitos de maneira correta.

E no mercado, existe uma variedade enorme de seringas para uso profissional. E então, cada uma delas serve para alguma finalidade diferente. Apesar de parecerem sempre iguais, saiba que elas não são.

Mas então qual é a grande diferença entre uma e outra? Se essa é sua principal questão, confira este conteúdo e saiba para qual fim cada uma serve dentro do ambiente hospitalar.

 

Quais os principais tipos de seringa?

Para começar, as seringas fazem parte do kit de materiais para laboratórios que possuem uma lista extensa de utilizações. Assim, a primeira delas é o preparo para a administração de medicamentos.

Quando se trata então de aplicar um remédio no corpo de alguém, as seringas mais indicadas são as de 1, 3, 5, 10 e 20 ml. Tudo vai depender do quanto de medicamento será necessário aplicar no paciente.

Além disso, as seringas se dividem em várias categorias como as: intramuscular, intravenosa, intracardíaca, intratecal, subcutânea, intradérmica. Isso, claro, exige vários modos de utilização. Por exemplo:

  • 1ml: administração intradérmica ou subcutânea;

  • 3ml: via intramuscular ou endovenosa;

  • 5ml: via intramuscular e endovenosa;

  • 10ml: via endovenosa;

  • 20ml: via endovenosa e alimentação enteral.

Como é formado o corpo da seringa?

Antes de ver as especificações de cada seringa, é necessário falar um pouco sobre como o corpo dela é composto. Primeiramente, o componente básico da seringa é formado pelo bico, êmbolo, corpo, haste, linha de graduação e empunhadura.

O bico é então onde a agulha fica, o êmbolo é o material de borracha na parte de dentro que puxa e empurra o medicamento, o corpo é a parte externa, a haste é o que empurra, a empunhadura é onde coloca os dedos de apoio e as linhas para auxiliar a dosagem.

A escolha da agulha para compor a seringa vai depender da área onde será feita a manipulação do objeto. Portanto, o tamanho delas tem a representação por cores específicas como:

  • Rosa;

  • Verde;

  • Cinza-escuro;

  • Verde-água;

  • Azul;

  • Roxo;

  • Marrom;

  • Amarelo.

Tipos de seringa

Desse modo, abaixo, confira os tipos de agulhas, aplicações e todas as suas especificações para saber para o que elas servem.

  • Agulha amarela: agulha fina e pequena de administração subcutânea em uso pediátrico e neo pediátrico. Geralmente recebem principalmente medicamentos oleosos ou aquosos;

  • Agulha marrom:  a agulha marrom pode ser para medicações subcutâneas da ala infantil, mas tem maior uso em adultos. O tamanho 13x4mm é preferível usar em crianças maiores de 10 anos. Usada para vacinas com medicamentos aquosos;

  • Agulha roxa: indicada para fazer aspirações de medicamentos aquosos em menores volumes. Também acaba sendo usada por via intramuscular, subcutânea e intravascular. Na coleta de sangue, se usa em pacientes com veias finas;

  • Agulha azul: utilizada para colher sangue, possui calibre fino e mais delicado. No entanto, também pode ser usada em aplicações de soluções aquosas ou por vacinas subcutânea e endovenosa;

  • Agulha verde água: recomendada para diversos tipos de medicações e soluções. Seu uso depende principalmente da anatomia do paciente;

  • Agulha cinza escura: muito usada na aplicação de vacinas e insulinas quando necessárias por via intravascular e endovenosa em adultos. Há um tamanho menor desse mesmo modelo para uso em crianças;

  • Agulha verde: utilizada quando é necessário aplicar soluções aquosas e oleosas nas vias intramusculares. No entanto, como ela é um pouco mais grossa, seu uso é recomendado para pacientes obesos ou com sobrepeso;

  • Agulha rosa: usada para aspiração de medicamento em grande volume por conta de sua estrutura mais grossa.

Tamanho das seringas

  • Intramuscular: administração do medicamento feito no músculo;

  • Subcutânea: administração do medicamento sob a pele;

  • Intradérmica: medicamentos aplicados na derme;

  • Endovenosa: medicação injetada na corrente sanguínea

  • Intravascular: medicação manipulada diretamente na corrente sanguínea pela veia, artéria ou qualquer outro lugar de circulação.

Conclusão

Por fim, você pode ver então os principais tipos de seringa, seus tamanhos e os principais usos em cada área. Lembrando que cada seringa dependerá da quantidade de remédio para aplicação.

Então o uso delas pode acabar sendo completamente variado e aleatório de acordo com aquilo que o paciente precisa. Por isso é necessário ter conhecimento sobre qual usar na hora certa.

Conte-nos aqui se você conseguiu entender e tirar suas dúvidas e compartilhe este artigo com mais pessoas.

 

 

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